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  <title>DSpace Collection:</title>
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    <title>A regulação de loterias e a responsabilidade social no financiamento das entidades filantrópicas</title>
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    <updated>2021-11-11T20:32:12Z</updated>
    <published>2018-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: A regulação de loterias e a responsabilidade social no financiamento das entidades filantrópicas
Abstract: Entidades filantrópicas possuem uma tradição como beneficiárias de recursos&#xD;
da loteria esportiva federal. Também são promotoras de sorteios premiáveis,&#xD;
com grande abrangência pelos Estados. Ainda que apoiados juridicamente como&#xD;
título de capitalização, tais sorteios compartilham das mesmas características&#xD;
dos produtos lotéricos, destinando prêmios a apostadores e recursos à&#xD;
assistência social. Recentes alterações regulatórias, entretanto, colocam em&#xD;
risco a continuidade do financiamento de suas atividades a partir dos sorteios, o&#xD;
que abre espaço para discutir o modelo regulatório e a organização dos produtos&#xD;
lotéricos. Por meio de estudo de caso, pesquisa da literatura e análise da&#xD;
regulação, objetiva-se mostrar que tais sorteios constituem modalidade lotérica,&#xD;
abrindo uma dimensão mais ampla para proteção jurídica das entidades&#xD;
filantrópicas que sustentam projetos sociais com grande repercussão e&#xD;
reconhecimento, à luz da responsabilidade social corporativa que deve guiar a&#xD;
atividade lotérica. Constata-se: (i) a subsunção dos sorteios filantrópicos no&#xD;
conceito jurídico de loteria, o que questiona seu amparo em normas de&#xD;
capitalização; e (ii) a existência de regulação em duplicidade para modalidades&#xD;
lotéricas que dividem o mesmo mercado, com sobreposição de competência na&#xD;
autorização de sorteios filantrópicos e de loterias instantâneas. A centralização&#xD;
e consolidação da regulação e da supervisão dos produtos lotéricos em um único&#xD;
ente poderá colocar as entidades filantrópicas no mesmo patamar dos demais &#xD;
setores financiados por meio de loterias – perspectiva que pode dar novo&#xD;
horizonte ao fomento das chamadas boas causas e à promoção da concorrência&#xD;
no mercado de loterias.</summary>
    <dc:date>2018-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Contratualidade e relação jurídica de consumo na exploração de loteria pela união: o apostador é consumidor nos termos do CDC?</title>
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    <updated>2021-11-11T20:32:11Z</updated>
    <published>2018-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Contratualidade e relação jurídica de consumo na exploração de loteria pela união: o apostador é consumidor nos termos do CDC?
Abstract: A presente monografia tem por objeto o estudo da exploração exclusiva de loterias&#xD;
pela União e a sua natureza jurídica, analisando como se aperfeiçoa o vínculo entre&#xD;
os sujeitos que figuram a referida atividade (União, Caixa Econômica Federal, Casas&#xD;
Lotéricas e apostador). Se meramente contratual (com simples aplicação do Código&#xD;
Civil) ou consumerista (com a aplicação do Código de Defesa do Consumidor). Para&#xD;
tanto, discute a teoria dos contratos de jogo e aposta no Código Civil, e em qual&#xD;
dessas modalidades se insere a prática de loteria, em confronto com a Lei das&#xD;
Contravenções Penais (seria a loteria caracterizada como jogos de azar?). Ato&#xD;
contínuo, se observa se é possível afirmar que existe uma relação jurídica de&#xD;
consumo envolvendo o apostador e os entes que figuram ativamente na atividade&#xD;
lotérica estatal, compreendendo, como sujeitos ativos, além da União (proprietária&#xD;
das loterias administradas pela Caixa), a empresa pública Caixa Econômica Federal&#xD;
e as Casas Lotéricas (permissionárias de serviços públicos), como análise dos&#xD;
elementos subjetivo e, como verificação dos elementos objetivos, confronta a&#xD;
atuação lotérica a fim de identificar, nos moldes do Código de Defesa do&#xD;
Consumidor – CDC, possível fornecimento de produto ou serviço. O elemento&#xD;
“chance” também é analisado enquanto bem imaterial. Tal investigação busca&#xD;
responder se o apostador é consumidor, nos termos do Código Consumerista, pois,&#xD;
o sendo, incidirá sobre a referida relação todo o arsenal protetivo da Lei nº. 8.078/90,&#xD;
inclusive no que toca a responsabilidade civil dos possíveis fornecedores. A doutrina&#xD;
pátria e estrangeira, além da jurisprudência nacional, são corolários para a referida&#xD;
abordagem. Além disso, a pesquisa não se furta à realidade de que a relação em&#xD;
tela envolve sujeitos públicos e privados, simultaneamente. Por isso, além do Direito&#xD;
Privado (Direito Civil, mormente), outros institutos de Direito Público (Direito&#xD;
Constitucional e Direito Administrativo, principalmente) serão utilizados para&#xD;
confirmar (ou não) as hipóteses da pesquisa. A monografia é desenvolvida através&#xD;
de buscas bibliográficas e documentais, de fontes primárias, secundárias e&#xD;
terciárias, a exemplo de circulares e contratos públicos, jurisprudências, projetos de&#xD;
lei, pareceres e pesquisas de estudiosos do Direito. Trata-se de uma pesquisa&#xD;
descritiva e explicativa, pois não apenas pretende descobrir a existência de relações&#xD;
entre variáveis (exploração de loteria pela União em si e a relação de consumo entre&#xD;
diversos sujeitos, de naturezas diferentes), mas busca identificar os fatores que&#xD;
caracterizam tal relação. Ou seja, através de uma pesquisa qualitativa, o presente&#xD;
estudo objetiva, utilizando-se de diferentes técnicas, responder se, na exploração&#xD;
exclusiva de loterias pela União, o apostador é consumidor e por quê.</summary>
    <dc:date>2018-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Loteria esportiva no Brasil: questões presentes e proposições futuras</title>
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    <updated>2021-11-11T20:32:09Z</updated>
    <published>2018-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Loteria esportiva no Brasil: questões presentes e proposições futuras
Abstract: O presente estudo parte de uma análise do estado da arte da loteria&#xD;
esportiva no Brasil, de modo a abordar a regulamentação, modalidades&#xD;
(LOTECA e LOTOGOL), bem como as formas de execução das apostas.&#xD;
Ademais, verifica-se o contexto tecnológico que permeia todas as relações,&#xD;
inclusive as apostas virtuais, para comprovar que o país tem seguido o&#xD;
percurso mais adequado, a partir da “Loterias Online da Caixa”. Há, portanto,&#xD;
um sentido de viabilização da realização de apostas online, a despeito da&#xD;
inovação tecnológica ter ensejado o aparecimento de apostas até mesmo em&#xD;
jogos virtuais (“games”), fato que suscita preocupação dos analistas da área,&#xD;
sobretudo pelo público jovem envolvido, e que, até o presente momento, não&#xD;
fora objeto de uma apreciação aprofundada das autoridades brasileiras.</summary>
    <dc:date>2018-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Contratos de distribuição: desenvolvendo concorrência intramarcas nos mercados de jogos</title>
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    <updated>2021-11-11T20:32:12Z</updated>
    <published>2018-01-01T00:00:00Z</published>
    <summary type="text">Title: Contratos de distribuição: desenvolvendo concorrência intramarcas nos mercados de jogos
Abstract: Os mercados de jogos no Brasil são marcados por uma regulação que oscila&#xD;
entre momentos de sístole e diástole, ora promovendo, ora proibindo modelos mais&#xD;
abertos ao desenvolvimento da competição intermarcas. A concorrência pode,&#xD;
entrementes, ser fomentada, ainda quando limitada a uma única marca: a denominada&#xD;
concorrência intramarcas depende, porém, da alteração do modelo top-down dos&#xD;
modelos de agência para a multiplicação dos centros de decisão dos modelos de&#xD;
distribuição. A regulação atual de jogos leva a uma overdeterrence que priva a&#xD;
sociedade de um quociente elevado de bem-estar -- associado tanto à limitação da&#xD;
liberdade de jogar, quanto à redução da alocação de recursos em mercados de bens&#xD;
meritórios. Por essa razão, apresentamos proposta para a implantação de um modelo&#xD;
que, ciente das restrições hoje presentes para o desenvolvimento de uma ampla&#xD;
concorrência intermarcas, incentiva o desenvolvimento da concorrência intramarcas.&#xD;
Apesar do efeito potencialmente disruptivo, a implantação desse modelo depende de&#xD;
ajustes formais pouco intrusivos, que podem ser implantados até mesmo de forma&#xD;
escalonada. O trabalho é o resultado de extensa pesquisa bibliográfica, em particular&#xD;
nos campos da análise econômica do direito e da defesa da concorrência.</summary>
    <dc:date>2018-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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