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    <title>Edital n. 5 de 12 fev. 2020: Prorroga o prazo para as inscrições de participantes, para as submissões de propostas inovadoras e dos protótipos do desafio público a seguir indicado: Como podemos tornar o transporte administrativo para o deslocamento de servidores mais efetivo e econômico?</title>
    <link>https://bibliotecadigital.dth.api.gov.br/handle/123456789/523062</link>
    <description>Title: Edital n. 5 de 12 fev. 2020: Prorroga o prazo para as inscrições de participantes, para as submissões de propostas inovadoras e dos protótipos do desafio público a seguir indicado: Como podemos tornar o transporte administrativo para o deslocamento de servidores mais efetivo e econômico?
Abstract: Prorrogar o prazo para as inscrições de participantes, para as submissões de propostas inovadoras e dos protótipos do desafio público a seguir indicado: Como podemos tornar o transporte administrativo para o deslocamento de servidores mais efetivo e econômico?, divulgado por meio do Edital nº 117, de 1º de novembro de 2019, publicado no Diário Oficial da União de 4 de novembro de 2019.&#xD;
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As inscrições de participantes deverão ser realizadas por meio da plataforma Desafios, acessível a partir dos endereços eletrônicos www.desafios.enap.gov.br e/ou www.gov.br/desafios, até às 11:59 do dia 6 de abril de 2020, horário de Brasília.&#xD;
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As propostas de soluções inovadoras da primeira etapa serão recebidas na plataforma entre 12:00 do dia 6 de abril de 2020 e 23:59 do dia 10 de abril de 2020, horário de Brasília, não sendo admitidas submissões fora do prazo ou enviadas de qualquer outra forma.&#xD;
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Na segunda etapa, os protótipos deverão ser submetidos entre 12:00 do dia 15 de junho de 2020 e 23:59 do dia 19 de junho de 2020, horário de Brasília, não sendo admitidas submissões fora do prazo ou enviadas de qualquer outra forma.</description>
    <dc:date>2020-02-20T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="https://bibliotecadigital.dth.api.gov.br/handle/123456789/522070">
    <title>Categoria Profissional 1º lugar: Desafios do serviço florestal de ecoturismo: perspectivas de desenvolvimento nas florestas nacionais da Amazônia</title>
    <link>https://bibliotecadigital.dth.api.gov.br/handle/123456789/522070</link>
    <description>Title: Categoria Profissional 1º lugar: Desafios do serviço florestal de ecoturismo: perspectivas de desenvolvimento nas florestas nacionais da Amazônia
Abstract: As florestas nacionais no Brasil visam possibilitar o uso múltiplo dos recursos naturais mediante manejo florestal. O ecoturismo é um serviço do manejo florestal e sua realização é permitida, quando prevista no plano de manejo, observando também as Leis nº 9.985/2000 e nº 11.284/2006. Na presente pesquisa, foram realizadas: 1) avaliação do ecoturismo nos processos de concessão florestal e fatores que influenciam seu desenvolvimento; e 2) valoração econômica do potencial ecoturístico de um espaço protegido e sua extrapolação para uma Floresta Nacional na Amazônia. Para tanto, na avaliação do ecoturismo, foram analisados os instrumentos jurídicos para a exploração ecoturística, os contratos de concessão florestal de 2010 da Floresta Nacional Saracá-Taquera, Pará e identificados os fatores internos e externos da concessão florestal mediante análise Swot. Para a valoração econômica, foram utilizados os métodos custo de viagem (MCV) e a valoração contingente (MVC) para estimar o valor econômico de um ambiente natural por meio do seu uso para fins turísticos ou conservação. Esses métodos serviram para estimar o valor de uso turístico de Alter do Chão em Santarém, no oeste do estado do Pará, por meio de entrevistas realizadas com turistas que frequentam o atrativo. Os resultados foram extrapolados para a Floresta Nacional Saracá-Taquera, localizada na mesma região, para fins de planejamento e apoio ao desenvolvimento da concessão do serviço florestal de ecoturismo. Os contratos analisados são voltados à exploração madeireira, mas possibilitam a exploração ecoturística aos concessionários. Contudo os contratos possuem equívocos, pois não definem parâmetros de execução, fiscalização e monitoramento do ecoturismo e não consideram a legislação que regula a atividade turística no país. As ausências de estudos de mercado, de viabilidade econômica e de planejamento da atividade limitam a realização desse tipo de concessão. O plano de manejo foi considerado a melhor ferramenta por orientar o uso da área e limitar ações que poderiam causar perdas à biodiversidade. O ecoturismo foi avaliado como a principal oportunidade na geração de emprego e renda local e sua concessão foi bem aceita pelos especialistas, porém, para realização da concessão do serviço florestal de ecoturismo, são necessários investimentos por parte das instituições responsáveis pela gestão florestal no país. Na análise de valoração econômica, Alter do Chão atrai turistas motivados pela sua beleza natural (72,3%), a maioria possui renda familiar entre 5 a 15 salários mínimos (54%) e com grau superior de escolaridade (76,5%). O valor do uso turístico de Alter do Chão estimado pelo MCV foi de R$ 2.029.264,25 e pelo MVC de R$ 42.546,75 por semestre para fins turísticos a serem revestidos na conservação do bem natural. Os valores podem estar subestimados, em parte, pela ausência de registro do número anual de visitantes. Os resultados mostram que o desenvolvimento do ecoturismo nos espaços protegidos é alternativa para valorização das áreas protegidas e importante fonte de financiamento para conservação da natureza. O estabelecimento das concessões florestais para exploração de atividades turísticas é um dos grandes desafios na gestão florestal no país.</description>
    <dc:date>2014-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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  <item rdf:about="https://bibliotecadigital.dth.api.gov.br/handle/123456789/522051">
    <title>Categoria Profissional 2º lugar: Regulação de florestas inequiâneas sob manejo florestal comunitário na Amazônia: produção madeireira sustentável e impactos na economia nacional</title>
    <link>https://bibliotecadigital.dth.api.gov.br/handle/123456789/522051</link>
    <description>Title: Categoria Profissional 2º lugar: Regulação de florestas inequiâneas sob manejo florestal comunitário na Amazônia: produção madeireira sustentável e impactos na economia nacional
Abstract: O planejamento de exploração madeireira em florestas inequiâneas é determinado de tal forma que parte da floresta é dividida em uma unidade de produção anual (UPA), e esta, por sua vez, em unidades de trabalho (UTs). Entretanto, em algumas áreas de manejo florestal comunitário na Amazônia, é estabelecida uma única unidade de produção e as outras unidades acabam sendo estabelecidas em áreas próximas não pertencente à comunidade, o que dificulta o seu manejo. Dessa forma, as unidades de produção são colhidas em um só ano, proporcionando a renda madeireira apenas nesse período. A renda madeireira de uma só vez, ou seja, não atende ao princípio de estabilidade da renda. Isto se torna um problema para o produtor, pois muitos deles enfrentam dificuldades de gestão dos recursos econômicos oriundos do plano de manejo comunitário, muitas vezes gastando ou investindo em recursos que não permitem seu crescimento socioeconômico. Nesse sentido, esta dissertação foi desenvolvida com objetivo de mostrar alternativas de regulação florestal em uma área sob regime de manejo comunitário na Amazônia, sendo esta pesquisa estruturada em dois capítulos. O primeiro capítulo visa propor uma metodologia de estratificação por produção e renda em uma área sob manejo florestal comunitário. A estratificação volumétrica proporcionou identificar áreas de maior ou menor produção, dessa forma o manejador poderá realizar um planejamento tático melhor, como, por exemplo, a determinação de números de trabalhadores, número de equipes, maquinário, entre outras variáveis. Já a estratificação por renda será útil no planejamento estratégico, em que o manejador florestal poderá tomar a decisão de explorar as unidades de produção ao longo do horizonte de planejamento e, consequentemente, permitir a estabilidade de renda anual. Além disso, essa estratificação foi utilizada no modelo de otimização proposto no capítulo 2, exercendo forte influência nesse modelo, pois foi possível identificar porque certa unidade foi alocada em determinado ano do horizonte de planejamento. Assim, a estratificação por volume e renda são úteis no capítulo 2, cujo objetivo foi simular nova dinâmica de colheita na área de manejo, propondo novo compartimento da unidade de manejo a partir de um modelo de programação inteira. Nesse sentido, aliar o desenvolvimento socioeconômico e ambiental, proporcionado pelo manejo florestal, com técnicas de gerenciamento, é excelente alternativa para o planejamento florestal nas áreas de manejo comunitário na Amazônia.</description>
    <dc:date>2014-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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    <title>Categoria Profissional 3º lugar: Raio econômico como um indicativo para a definição de concessões florestais: um estudo de caso no estado do Acre</title>
    <link>https://bibliotecadigital.dth.api.gov.br/handle/123456789/522064</link>
    <description>Title: Categoria Profissional 3º lugar: Raio econômico como um indicativo para a definição de concessões florestais: um estudo de caso no estado do Acre
Abstract: Este estudo aborda a produção racional de madeira, na Amazônia. Seu objetivo principal foi, ao gerar informações econômicas sobre o manejo florestal sustentável (MFS), colaborar na formulação de políticas voltadas a fomentar, sob a forma de concessão de florestas públicas, o uso desses recursos naturais nessa região. Para tal, foram adotadas como área de estudo as florestas localizadas no estado do Acre. Os dados que subsidiaram esta pesquisa foram obtidos em entrevistadas com os proprietários de serrarias que atuavam nesse estado, em 2008. O método adotado permitiu identificar a área florestal para atender às solicitações das serrarias locais quanto à demanda por madeira em tora e ao raio econômico (distância máxima econômica floresta-serraria). Os resultados obtidos permitiram inferir que: 1) a demanda por terra, na forma de concessão florestal, a partir do setor madeireiro acriano, adotando-se o MFS como sua fonte de madeira em tora, é de cerca de 800 mil hectares, caso um grupo de 60 serrarias atuassem na região; 2) o custo incremental para madeira em tora, explorada em área manejada, é na ordem de 146% maior que o custo dessa tora, caso explorada em terras de conversão; 3) ao considerar a produção de madeira serrada e os custos de comercialização, bem como seu preço de venda, é possível afirmar que 282 km é a distância econômica limite entre uma floresta, sob um processo de concessão florestal, e o pátio da serraria, no setor madeireiro acriano; e 4) ao usar os conceitos do valor esperado da terra, tem-se que só é possível, em termos econômicos, para um detentor de uma concessão florestal realizar o MFS nessa área e vender a madeira em tora, entregue no pátio de serraria, e ganhar uma taxa de juros de 6% ao ano (a.a.), nesse processo, se a distância da sua floresta para o pátio da serraria for inferior a 125 km.</description>
    <dc:date>2014-01-01T00:00:00Z</dc:date>
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